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Origem do Canil Sema-Piracanjuba

Em 1976, quando Marília Russi de Carvalho entrou para a Faculdade de Medicina Veterinária da UNESP, no interior de São Paulo, decidiu comprar um cão que tivesse bom temperamento para morar numa república de estudantes, e que fosse bastante resistente para viajar com freqüência. Até então, havia tido em casa somente cães de raças maiores como Dálmata, Boxer e Pastor Alemão. Após muita pesquisa optou pelo Beagle.

Marilia com 1 ano e meio e Nero

Marilia com 4 anos, seus irmãos e Lord

cecy

Cecy, primeira fêmea Sema-Piracanjuba

Em outubro de 1976, Marília comprou sua primeira fêmea do Canil Dreamland, chamada Dreamland Favorite Gal. Em poucos meses de convívio ficou confirmada que sua escolha estava correta. Sua cadela apelidada por Nany tornou-se o cão mais popular e querido da Universidade.
Em 1977, Nany foi acasalada pela primeira vez com o cão Ch Bangor Sir Lancelot, pertencente ao Sr. Marcelo Tuck Schneider. Nascia assim a primeira ninhada Sema-Piracanjuba e uma forte relação de amizade entre os dois criadores.


Origem do nome Sema-Piracanjuba

Apesar do Beagle ser uma raça de origem inglesa, não havia motivo algum para dar um nome estrangeiro a um canil brasileiro. Marília optou registrá-lo com um nome indígena. Foi aí que encontrou a expressão "Sema-Piracanjuba", que na língua carajás significa Nascer Dourado.

Atualmente  a Doutora Marilia utiliza o prefixo "SEMA".

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